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Escolada com a tradição brasileira, que diz que uma montadora não deve matar a geração anterior de um carro quando lança um modelo novo, a Peugeot decidiu manter o 206 em linha mesmo com a chegada do 207. A estratégia faz todo o sentido, basta ver como o Palio Fire vende mais que o novo Palio ou como o Classic, mesmo velhinho, dá banho no Corsa Sedan. Até a rival Renault manteve o Clio, na versão Campus, mesmo com o bem-sucedido Sandero no mercado. E não é que com a Peugeot deu errado? O 206 simplesmente não vende mais, após a chegada do seu irmão.
